https://rogowskiuniversidadecorporativa.substack.com/p/a-encruzilhada-da-civilizacao-o-dilema
quarta-feira, 1 de abril de 2026
🌿 Mensagem ao Prof. Ronaldo Carneiro
Ronaldo,
Quero agradecer profundamente pela sua generosidade e pela deferência em dizer que a minha opinião tem peso sobre um tema tão essencial e que você vem desenvolvendo com tamanha dedicação, lucidez e coragem ao longo de décadas. Sinto-me verdadeiramente honrado por poder dialogar com alguém que não apenas pensa o país, mas o sente em sua complexidade — com o olhar do intelectual, do cidadão e do ser humano comprometido com o destino coletivo.
A sua tese me tocou profundamente porque revela um pensamento maduro, coerente e absolutamente necessário para o momento histórico em que vivemos. Assim como você, sinto-me inquieto diante de um modelo capitalista que se tornou refém de sua própria lógica de acumulação, privilegiando o lucro imediato de poucos acionistas em detrimento do bem-estar da maioria. É um sistema que, embora tecnicamente eficiente, tem se mostrado moralmente esgotado. O resultado está diante de nós: a desigualdade social crescente e o aumento diário da população em situação de rua — um retrato doloroso de um país que produz riqueza, mas falha em distribuir dignidade.
Esse cenário me mobiliza profundamente. Tenho refletido, cada vez mais, sobre o papel que posso desempenhar dentro dessa engrenagem, especialmente por atuar como profissional e empresário de tecnologia, promovendo avanços em Inteligência Artificial, Aprendizado de Máquina e automação. Paradoxalmente, as mesmas inovações que representam o progresso científico e a modernização da economia também aceleram a substituição do trabalho humano, ampliando o desemprego estrutural e, consequentemente, a desigualdade. Essa constatação me inquieta, porque sei que cada linha de código, cada algoritmo e cada sistema automatizado, por mais brilhante que seja, pode também representar o desaparecimento de oportunidades para quem vive do esforço manual e não teve as mesmas condições de acesso à educação e à tecnologia.
Por isso, a sua proposta me inspira tanto. Ela transcende o discurso econômico e aponta para uma nova consciência coletiva — uma consciência que você traduz com clareza ao propor um Pacto Social genuíno entre Estado, empresários e sociedade. Um pacto que supere a lógica da competição predatória e inaugure uma era de cooperação, corresponsabilidade e propósito comum. Um pacto que una produtividade à compaixão, eficiência à justiça, e inovação ao compromisso ético com a vida humana.
Acredito que o que você propõe é, na verdade, um novo contrato civilizatório, no qual o empresário deixa de ser apenas um agente econômico para se tornar um agente de transformação social. Esse é o verdadeiro sentido do capitalismo evoluído: um modelo em que o lucro é consequência natural de um conjunto de práticas sustentáveis, éticas e humanizadas, voltadas à preservação do meio ambiente, à valorização das pessoas e à promoção da equidade social.
E é justamente aí que encontro um ponto de convergência profundo com a minha própria visão de mundo. Também acredito que o futuro dependerá da nossa capacidade de unir tecnologia e humanidade, razão e empatia, conhecimento e sensibilidade. Não podemos aceitar que a automação — fruto da nossa própria inteligência — sirva para excluir; precisamos fazer com que ela sirva para incluir, para libertar e para ampliar as possibilidades de vida digna.
Ronaldo, quero que saiba que estou ao seu lado nesse propósito. Estamos juntos nessa construção de um Pacto Social capaz de reconciliar o desenvolvimento econômico com o desenvolvimento humano, a inovação tecnológica com a justiça social, o empreendedorismo com a solidariedade. Suas ideias me fortalecem, me inspiram e me ajudam a acreditar que ainda é possível alinhar progresso com humanidade.
Agradeço profundamente pela confiança, pela inspiração e pela coragem de afirmar uma tese que, mais do que uma visão econômica, é um chamado ético para o nosso tempo. Que esse diálogo se amplie e multiplique, unindo pessoas que, como nós, acreditam que o verdadeiro avanço não é aquele que mede o crescimento do PIB, mas o que eleva o valor da vida humana.
Com respeito, admiração e total sintonia,
Oscar Kenjiro Norimassu Asakura
sábado, 27 de maio de 2023
Taxation and unemployment In a market economy
Taxation and unemployment
In a market economy
The Government, by taxing goods and
services, produces price increases and reduces the penetration of these goods
and services in the market, that is, in the end it causes unemployment. Is
every tax built into the price of goods and services, or does anyone have any
questions about it? The problem is that this price increase is outside the
administrative scope of the entrepreneur who, in a competitive market, seeks to
work at the lowest possible price. In a market economy prices are free,
therefore plus taxation. The Government seeks to use taxation to penalize
the superfluous and alleviate the necessary, as well as to take from those who
have to give to those who do not have it, by taxing the rich. In a market
economy it is an illusion to use taxation as a tool for redistributing
wealth. This only works in socialism, where bureaucrats put a brake on
price escalation by fully controlling the economy and stripping creative
vitality of the process. This is the anteroom to hell and the explanation
for the fact that socialism only works in an autocratic environment. In a
market economy it is useless to use taxation as a tool for
redistribution. The result is that, in addition to transferring resources
from the private sector to the state, that is, by sterilizing resources, the
Government ends up producing unemployment. There is a truth that must be
observed—
"You shall never strengthen the weak
by weakening the strong."
Governments around the world seek to
compensate for this imbalance with philanthropy. But the solution of this
dilemma lies in a new Social Pact between workers, entrepreneurs and
government, where the company assumes, for employees and dependents, the
conditions of survival and progress, remunerating labor at a free market price,
and the government eliminates the corresponding taxation, because human labor
is a process of transformation of human energy into physical or intellectual
energy and this needs to be ensured a priori, Just like a vehicle needs
fuel.
Cordially
Ronaldo Campos Carneiro
Production engineer, was a professor at
USP/PUC, negotiator of projects by the Brazilian government with the World
Bank, IDB and bilateral agencies. He was the owner and executive of a
private coffee and coffee machine company. Retired from the Brazilian
electricity sector.
http://rcarneiro4.blogspot. Com
ANE – National Academy of Economics –
academic – chair 169
ABROL – Rotary Academy of Letters of the
Federal District – founding scholar
Distributed by amazon, morebooks and www.editoramultifoco.com.br
Tributação e desemprego Numa economia de mercado
Tributação e desemprego
Numa economia de mercado
O
Governo, ao tributar bens e serviços, produz aumento de preços e reduz a
penetração desses bens e serviços no mercado, vale dizer, ao final das contas
causa desemprego. Todo tributo é embutido no preço dos bens e serviços, ou
alguém tem alguma dúvida sobre isso? O problema é que esse acréscimo de preço
está fora do âmbito administrativo do empreendedor que, num mercado
competitivo, busca trabalhar com o menor preço possível. Numa economia de
mercado os preços são livres, portanto, acrescidos do tributo. O Governo busca
usar a tributação para penalizar o supérfluo e aliviar o necessário, bem como
para tirar de quem tem para dar a quem não tem, ao tributar os ricos. Numa
economia de mercado é uma ilusão usar a tributação como ferramenta de
redistribuição da riqueza. Isto só funciona no socialismo, onde burocratas
colocam um freio na escalada de preços, ao controlar totalmente a economia e
retirar a vitalidade criativa do processo. Esta é a antessala do inferno e a
explicação para o fato de que o socialismo só funciona num ambiente
autocrático. Numa economia de mercado é inútil usar a tributação como
ferramenta de redistribuição. O resultado é que, além de transferir recursos do
setor privado para o estatal, vale dizer, ao esterilizar recursos, o Governo
acaba produzindo desemprego. Existe uma verdade que deve ser observada – “jamais
fortalecerás os fracos por enfraqueceres os fortes”. Governos do mundo
inteiro procuram compensar esse desequilíbrio com filantropia. Mas a solução
desse dilema está num novo Pacto Social entre trabalhadores, empresários e
governo, onde a empresa assume, para os empregados e dependentes, as condições
de sobrevivência e progresso, remunerando a mão-de-obra a livre preço de
mercado, e o governo elimina a tributação correspondente, pois o trabalho
humano é um processo de transformação de energia humana em energia física ou
intelectual e esta precisa ser assegurada a priori, assim como um veículo
precisa de combustível.
Cordialmente
Ronaldo Campos Carneiro
engenheiro de
produção, foi professor na USP/PUC, negociador de projetos pelo governo
brasileiro junto ao Banco Mundial, BID e agencias bilaterais. Foi proprietário
e executivo de empresa privada de café e máquinas de café. Aposentado do setor
elétrico brasileiro.
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ANE
– Academia Nacional de Economia – acadêmico - cadeira 169
ABROL
– Academia Rotária de Letras do Distrito Federal – acadêmico fundador
Distribuído pela amazon, morebooks e www.editoramultifoco.com.br
Government in the economy act of faith
Government in the economy
act of faith
The growth of government intervention
in the economy is due to increased social inequality. Because few have much and many have little, the savings
destined to investment in society is sliding to meet the interest of those
few. In other words, economics does what is profitable and not
what is necessary, everyone needs to eat, but not everyone has money for
it. Demand is only effective with will and economic capacity. To have enough
for demand it is necessary to have power – money in the pocket. Yes, but
and the economic boom of agro – record harvests meet domestic and external
demand – always where there is demand – the economy does not study
geography, it does not know dividing lines of countries: supply and demand is
the great law of the economy. In fact, those who favor state
intervention only defend the state economy while they are in power. When they
move to the private sector they quickly become liberals. Everyone likes to
be on the side of the whip handle. Moving to the other end, they change their
minds.
Inequality is the central
focus. Governments start acting to make up for this. Let's look at
some examples.
Minimum wage – it seems reasonable for
politicians to try to increase it because they are unaware of the laws of the
economy. It is impossible to set a price for acts of political will. By
setting high minimum wages, the government removes from the dining table those
workers with lower schooling – some eat better, but there remains a crowd
of excluded, that the government itself will have to support with family
allowance, help for this or for that. More government becomes needed in
this case.
Fuel prices – the government seeks to keep
them under control to prevent inflation. Another impossibility: when a new
president comes, he changes rules. Commodity prices are defined by the
higher law of supply and demand, even if manipulated by international
oligopolies. This bankrupts companies if you insist on using it for
social purposes.
All government interventions in the
economy are a disaster – what worries most about this statement is the
invariability!!!!
Focus should be to mitigate inequality to put
everyone in the same starting position. A new Social pact having
nutrition, health and education to employees and dependents under the
responsibility of the company, buying at free market price and the government
reducing the corresponding taxation.
The total opening of the economy will
bring it to full productive employment and without any need of government
intervention. Who will solve our problems will not be the government
but the market economy or "His Excellency", the collective will.
Cordially
Ronaldo Campos Carneiro, a production
engineer, was a professor at USP/PUC, a project negotiator for the Brazilian
government with the World Bank, IDB and bilateral agencies. He was the
owner and executive of a private coffee and coffee machine company. Retired
from the Brazilian electricity sector.
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academic - chair 169
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Federal District - founding scholar
Author of the book – "Return
back to the origins to deserve a better future", a socioeconomic
essay of political theory. Released in Germany in several languages on
9/26/2018
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Governo
na economia – ato de fé
O
crescimento da intervenção de governos na economia se deve ao aumento da
desigualdade social. Porque poucos tem muito e muitos têm pouco,
a poupança destinada a investimento na sociedade vai deslizando para atender ao
interesse destes poucos. Em outras palavras, economia faz o que for rentável e não o necessário, todos precisam
comer, mas nem todos tem dinheiro para isto. Demanda só se efetiva com vontade e capacidade econômica, ou não
basta querer é preciso poder – dinheiro no bolso. Sim, mas e o boom econômico
do agro – safras recordes atendem à demanda interna e a externa – sempre onde
tem demanda – economia não estuda
geografia, ela desconhece linhas divisórias de países, oferta e procura é a lei
magna da economia. Aliás, aqueles estatizantes só defendem economia estatal
enquanto estiverem no poder, quando passam para o outro lado viram liberais
rapidinhos. Todos gostam de estar do lado do cabo do chicote, passando para a
outra ponta, mudam de ideia.
Desigualdade é o foco central. Governos passam a atuar
para compensar isto. Vejamos alguns exemplos.
Salário mínimo – é razoável que políticos tentem
aumenta-lo pois desconhecem as leis da economia. Impossível definir preço por atos de vontade políticos. Ao fixar salário
mínimo, governo está retirando da mesa de refeições aqueles trabalhadores de menor
escolaridade – alguns comem melhor deixando uma multidão de excluídos, que o
próprio governo terá que ampará-los com bolsa família, ajuda para isto ou
aquilo. Mais governo é necessário.
Preço dos combustíveis – governo busca mantê-los sob
controle para segurar inflação. Outra impossibilidade, troca presidente de
estatal, muda regras. Preço de
commodities são definidos pela lei maior de oferta e procura, ainda que
manipulados por oligopólios internacionais. Isto quebra empresa caso se
insista em usa-la com fins sociais.
Todas
intervenções do governo na economia são um desastre – o que mais preocupa nesta
afirmação é o “Todas”!!!!
Lei da oferta e procura na economia se equipara a lei de causa e efeito para a vida humana. Impossível manipula-la ou gerencia-la. É o que tem de mais democrático pois as ações são definidas por “sua excelência” a vontade coletiva e não por um único burocrata ou grupo de políticos. Na verdade, político ou burocrata quando intervém, ele o faz por um ato de fé,
e
não por ciência ou lei econômica. Verdade que a fé ou a
crença em algo inexplicável, é o primeiro passo para o sucesso, na religião,
porem na economia significa efeito sem causa ou porraloquice. Se continuarmos a fazer o que sempre
fizemos, obteremos os mesmos resultados que sempre tivemos
Foco deve ser mitigar a desigualdade para colocar todos
na mesma posição de partida. Pacto
social tendo nutrição, saúde e educação aos funcionários e dependentes sob
responsabilidade da empresa comprando a livre preço de mercado e governo
reduzindo a tributação correspondente.
Abertura
total da economia ira traze-la ao pleno emprego produtivo e
não mais precisando de intervenções. Quem
vai resolver nossos problemas não será o governo e sim a economia de mercado ou
“sua excelência” a vontade coletiva.
Cordialmente
Ronaldo Campos Carneiro engenheiro de produção, foi professor na
USP/PUC, negociador de projetos pelo governo brasileiro junto ao Banco Mundial,
BID e agencias bilaterais. Foi proprietário e executivo de empresa privada de café
e máquinas de café. Aposentado do setor elétrico brasileiro.
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ANE – Academia Nacional de Economia – acadêmico - cadeira 169
ABROL – Academia Rotária de Letras do Distrito Federal –
acadêmico fundador
Autor do livro – “Voltar às origens para merecer o amanhã“,
um ensaio socioeconômico de teoria política. Lançado na Alemanha em diversos
idiomas em 26/9/2018
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Comentários
De: Frederico
Abbott Galvão <abbottgawain1@hotmail.com>
Date: ter., 16 de ago. de 2022 às 17:19
Subject: RE: Caro Freddy - seu comentário irá enriquecer este texto
To: Ronaldo campos carneiro <rcarneiro4@gmail.com>
Meu caro amigo,
O texto está muito expressivo! Fiz apenas pequenos
ajustes.
Lembranças a todos,
Freddy
De: Ives
Gandra Martins <igm@gandramartins.adv.br>
Date: ter., 16 de ago. de 2022 às 18:35
Subject: RES: Caro Ives - seu comentário irá enriquecer este texto
To: Ronaldo campos carneiro <rcarneiro4@gmail.com>
Caro Ronaldo,
Também acredito na economia de mercado.
Afetuoso abraço,
De: Ricardo
Bergamini <ricardobergamini@ricardobergamini.com.br>
Date: ter., 16 de ago. de 2022 às 19:13
Subject: RES: Caro Ricardo - seu comentário irá enriquecer este texto
To: Ronaldo campos carneiro <rcarneiro4@gmail.com>
Amigo Ronaldo
Tenho dificuldades em ler textos econômicos sem
números, gráficos e tabelas.
Ricardo Bergamini
(48) 996367322
(48) 999766974
ricardobergamini@ricardobergamini.com.br
De: José
Luiz Toro da Silva <josetoro.alp@gmail.com>
Date: ter., 16 de ago. de 2022 às 19:30
Subject: Re: Caro Toro - seu comentário irá enriquecer este texto
To: Ronaldo campos carneiro <rcarneiro4@gmail.com>
Nada a acrescentar. Muito lúcido o artigo. Parabéns
Você virá para o Instituto
de SP?
De: Mtnos
Calil <mtnos_calil@yahoo.com.br>
Date: ter., 16 de ago. de 2022 às 22:49
Subject: Re: Caro Mtnos - seu comentário irá enriquecer este texto
To: Ronaldo campos carneiro <rcarneiro4@gmail.com>
Prezado Ronaldo. Estou numa fase difícil da vida
marcada por indefinição sobre o que fazer, seja em termos do combate à
corrupção que é um mal genético e endêmico do Brasil, seja em termos de buscar
saídas para os problemas (insolúveis) da humanidade. Neste contexto, tenho
vivido muito isolado. Eis que a sua mensagem me tirou do isolamento. Eu não sei
se meu comentário vai enriquecer ou enfumaçar seu texto. Mas o que vou fazer é
uma análise (ou um diagnóstico tenebroso) a respeito das questões e problemas
que o nobre amigo apresenta. Começarei esse trabalhinho amanhã. Muitíssimo
obrigado por preencher minha solidão.
Forte abraço
Mtnos Calil
De: Mtnos Calil <mtnos_calil@yahoo.com.br>
Date: dom., 21 de ago. de 2022 às 11:31
Subject: Re: Caro Mtnos - seu comentário irá enriquecer este texto
To: Ronaldo campos carneiro <rcarneiro4@gmail.com>
Excelente a sua mensagem... passarei
uma parte deste domingo respondendo-a.. Espero cumprir essa promessa....
Abração.
Mtnos
------------------
De: Jordivar
Filgueira <jordivarfilgueira@gmail.com>
Date: qua., 17 de ago. de 2022 às 08:17
Subject: Re: Caro Adriano- seu comentário irá enriquecer este texto
To: Ronaldo campos carneiro <rcarneiro4@gmail.com>
Parabéns companheiro Gd, Ronaldo, excelente artigo.
Jordivar
De: VERTINHO
OLIVEIRA <vertinhooliveira@gmail.com>
Date: qua., 17 de ago. de 2022 às 10:34
Parabéns, grande
governador Ronaldo Carneiro, mais um excelente texto a nossa disposição.
De: Antonia <antonia.acacio1991@gmail.com>
Date: ter., 16 de ago. de 2022 às 16:51
Maravilha de material
----------------------------------------------------
De: Gerson Gonçalves <gersongoncalves38@gmail.com>
Date: qua., 17 de ago. de 2022 às 15:39
Subject: Re: Caro Gerson - seu
comentário irá enriquecer este texto
To: Ronaldo campos carneiro <rcarneiro4@gmail.com>
MEU BOM AMIGO RONALDO, BOA TARDE!
COMO SEMPRE, VOCÊ É BRILHANTE NOS
TEXTOS QUE ESCREVE, NADA A ACRESCENTAR. PARABÉNS E PARABÉNS.
ATÉ SÃO PAULO,
GERSON
De: Ruy Telles <ruytelles@hotmail.com>
Date: qua., 17 de ago. de 2022 às 23:41
Subject: RE: Seu comentário irá enriquecer este texto
To: Ronaldo campos carneiro <rcarneiro4@gmail.com>
Boa noite, meu amigo Ronaldo
Você deu uma aula para os menos
esclarecidos. Parabéns
-----------------------------
De: Carlos Roberto Gomes dos
Santos <roberto35.santos@gmail.com>
Date: qui., 18 de ago. de 2022 às 15:05
Subject: Re: Caro Roberto - Seu comentário irá enriquecer este texto
To: Ronaldo campos carneiro <rcarneiro4@gmail.com>
Ronaldo é um homem de ideais que, em
meio aos extremismos que assolam o nosso país, aponta os caminhos possíveis com
muita lucidez e conhecimento.
É sempre um prazer receber os seus textos,
Ronaldo. Você tem a capacidade de colocar os assuntos mais complexos e
problemáticos de forma simples e compreensível. Tenho sempre muito a aprender
com você.
Um grande abraço!
De: Alberto Sousa Brito <a.s.bbrito28@gmail.com>
Date: sex., 19 de ago. de 2022 às 09:51
Subject: Re: Caro Alberto - seu comentário irá enriquecer este texto
To: Ronaldo campos carneiro <rcarneiro4@gmail.com>
O Autor ao se referir ao
intervencionismo estatal relaciona um rol de assertivas - quase fundamentos econômicos
- que demarcam até onde e em que condições as intervenções estatais, em certa medida,
poderiam ter algum efeito prático.
Costumo afirmar que a política tem se resumido, especialmente no Brasil, a arte do possível. Somos um povo de cultura do imediatismo. Consideramos que o ano seguinte já é longo prazo. Essa prática não nos permite a paciência e a persistência para construir uma base para o desenvolvimento de práticas com resultados a médio e longo prazo. Somos tomados pela verdade do estômago, ou seja, preciso garantir o almoço, ele é urgente e aí esquecemos o resto, uma prova disso é o acontece no futebol, quando trocamos de técnico e esperamos um milagre. Essa visão nos torna ineficazes, pois perdemos a dimensão da espera dos resultados de um planejamento.
Mas, tenho que retornar ao tema para
afirmar que o imperativo do hoje requer uma conciliação com a busca de resultados
do amanhã. Esse amanhã não pode ser fruto do acaso.
A intervenção do estado é o conceito
do curto prazo, a garantia do almoço, todavia os planejadores não buscam um
passo além do almoço, de forma objetiva, entendendo que o próximo passo deva ser
um caminho de protagonismo do cidadão, a partir da garantia de um básico que
lhe permita alçar voos próprios, a pelas suas escolhas!
A dosimetria da intervenção possui
uma calibragem difícil, dado o componente político, com interesses outros que
perpassam o atendimento temporário, de curto prazo ao cidadão! Outros
interessem começam a contaminar o propósito. Algumas sanguessugas passam a
beneficiar-se política e economicamente do proposito. Todavia, em razão da
urgência do atendimento ao estômago ele continuará existindo e cabe aos
gestores que escolhermos fazer a transição ao passo seguinte promovendo os
fundamentos ao passo seguinte para o resgate e efetivação da dignidade do
propósito e do cidadão.
Não temos como "dispensar"
o político, mas temos como buscar a substituição pela ausência de propósitos
transformadores!
A tática e a técnica política é um
exercício que só o eleitor pode fazê-lo, através de escolhas de perfis que hoje
a internet nos permite conhecer. A mudança política, todavia, necessita de um
eleitor igualmente maduro para entender que o desenvolvimento de uma nação é construído
por degraus.
Abraços Companheiro GD Ronaldo
Carneiro
---------------------------------
De: Alfredo Jorge Bonessi <alfredobonessi@gmail.com>
Date: sex., 19 de ago. de 2022 às 00:07
Subject: Re: Seu comentário irá enriquecer este texto
To: Ronaldo campos carneiro <rcarneiro4@gmail.com>
Mestre Dr. Ronaldo - considerações justas de vossa parte; esclarecedoras; importantes; realistas; oportunas. Mas julgo o mercado como uma carruagem sem freios; um navio sob o temporal; ou mesmo uma amizade sob desconfiança em que ora são flores e considerações; outra hora são de críticas; outras de queixas e decepções - mas a verdadeira amizade é aquela onde não se espera nada do amigo, mas apenas simpatia.
Não se vê unanimidade e concordância
em doutrina nenhuma quanto ao um governo interferir na economia. Economia
sólida e capitalista é aquela em cada cidadão bem esclarecido age por si mesmo
e seja tão honesto a ponto de recolher os impostos que a União necessita. E
onde os políticos corruptos pegos no roubo se suicidam envergonhados; onde a
lei é dura e aplicada de igual maneira para todos; onde levar vantagens contra
os inocentes poderá acarretar uma cana dura de quinze anos fechados.
A livre iniciativa é o reflexo da
verdadeira democracia. E o governo de cabeça pequena sempre será o governo
ideal porque controlará menos, gastará menos, terá menos ministérios. Já o
cabeça inchada terá muitos ministérios, gosta do empreguismo, das gastanças, da
demagogia, do populismo, que nem o governo do PT onde o BNDES liberava dinheiro
por telefone a juros baixos para todos os cumpanheros !
Bonessi
--------------------
De: Carlos Russo Jr. <crussoj@uol.com.br>
Date: sex., 19 de ago. de 2022 às 11:10
Subject: RE: Seu comentário irá enriquecer este texto
To: Ronaldo campos carneiro <rcarneiro4@gmail.com>
Caro amigo Ronaldo,
Sinceramente a minha visão sobre a sociedade humana e a nossa, em particular, é bastante pessimista. Creio que já atravessamos o Rubicão e caminhamos para um mundo em que aos poucos trilhardários juntam-se milhões de comedores dos restos e que se sentem privilegiados e bilhões de famintos, desesperados, sem perspectiva alguma e sem mesmo força para reagir. O único escape lhes advém do crime, quando para isto ainda têm energia. E aqueles comedores de restos, dentre os quais incluo policiais e paramilitares têm por objetivos exterminá-los. Um problema: são tantos que isto é impossível.
Além disto, e acima disto, os homens se empenharam durante os últimos cem anos em destruir o ecossistema que nos ampara. E os desastres naturais, quer sejam inundações, secas, incêndios e devastações, o aquecimento global apenas começaram a se fazer sentir. Ao mesmo tempo surgirão novos vírus e parasitas que, graças à devastação ambiental, perderão seus hospedeiros e nos atacarão ( vide Covid).
Os estúpidos que oram aos seus deuses contra os demônios é bom que estejam mesmo preparados para o Apocalipse que virá. Virá sob a forma de desastres naturais que inviabilizarão a vida na Terra como a conhecemos. O próximo século deve nos aproximar do arco e flecha dos quais nos falava Einstein.
Bom isto posto, creio que a destruição do
Leviatã de Hobbes e a construção de diversos leviatãs descontrolados é hoje uma
tendência mundial. O Rio de Janeiro é sua ponta de lança.
Com este pano de fundo, passo a fazer algumas
observações sobre o seu texto.
1. Hoje trata-se de encarar o mal menor. O tempo
de construções e "progressismos" é passado.
2. O que se fizer para retardar o Apocalipse
natural é sempre bem-vindo (o ponto de
retorno do desastre já foi ultrapassado). Logo, o exemplo da política econômica,
dita Verde, de Biden deve ser cuidadosamente analisada.
3. O capitalismo que antes podia reduzir o valor
de salários a partir do exército industrial de reserva já não tem porque
fazê-lo. Abundam pelo mundo uns 2 bilhões de desempregados. Em nosso país, uns
30 milhões. Nosso salário mínimo é de fome, mas é uma escravidão ansiada por
milhões de desempregados ou subempregados.
4. O Estado, o Leviatã falido do qual falei, se
ainda quiser ter alguma sobrevivência, terá que taxar lucros empresariais como
jamais foi feito; terá que cobrar impostos de renda progressivos sobre altos
salários como é feito, por ex., na Austrália ( meu filho como executivo paga
38% sobre renda bruta); terá que enfrentar o desafio agrícola do maior produtor
de proteína animal e de soja do mundo ( que tal uma taxa compensável
sobre exportação, com consequente redução tarifária para o mercado
interno?),terá de abdicar de qq atividade produtiva, sim, mas incrementar os
controles através de Agências Independentes, como Anvisa, ANS etc., etc..
5. Sou liberal e democrata. Mas tenho
consciência de que o neoliberalismo e o globalismo inconsequente, que exportou
todos os empregos industriais para o Oriente, somente fez antecipar as chagas
que hoje aniquilam as nossas sociedades e as condenam tanto a exuberância de
poucos, quanto à fome e a desgraça de bilhões. E, como consequência
geopolítica, hoje surge como o poder do futuro o Leviatã Chinês! Este mesmo processo,
onde a internet desempenha enorme papel dissolvente, dissolveu nossa
civilização ocidental, herança das civilizações greco-romanas e
judaico-cristãs.
6. Finalmente, tantas civilizações surgiram,
tiveram seu ápice e desapareceram da face da Terra. A Egípcia, a Suméria, a
Grega, a Romana... creio que está se aproximando nossa vez.
Abração.
Carlos
Russo Jr.
Espaço Literário Marcel Proust
Date: sex., 19 de ago. de 2022 às 14:04
Subject: Fwd: "Ethics & The Four-Way Test Action Group"
To: Ronaldo campos carneiro
<rcarneiro4@gmail.com>
Caríssimo Amigo Ronaldo,
Pelo fato de ser apenas um engenheiro
aposentado há tempos, ouso, com minhas desculpas, fazendo despretensiosas e
poucas observações:
Preço dos Combustíveis - mudar
presidentes da estatal: o governo é o principal acionista, ouvindo seu Ministro
da Economia e seu senso logístico (devido a sua formação militar), ademais de
ser o principal acionista, evitar as consequências adversas das decisões da
estatal quando em suas decisões pode fazer acontecer greves, tipo a dos
caminhoneiros... é sim papel do governo conduzir a economia com a boa política
pública para benefício do Povo ao qual presta serviço.
De fato o meu amigo tem total razão
quando diz: "nem todas as intervenções nas economias são desastrosas:
"o que mais preocupa nesta afirmação é o TODAS".
Afetuoso Abraço,
Sergio
De: Jacob Hornberger <jhornberger@fff.org>
Date: qua., 24 de ago. de 2022 às 10:54
Subject: Re: Government in the economy act of faith
To: Ronaldo campos carneiro <rcarneiro4@gmail.com>
Hi Ronaldo,
Thank you for your interesting
article. It makes some good points but unfortunately does not have the
exact "flavor" of a FFF article. Therefore, we are unable to publish
it. But thanks again for sharing it with me.
Best regards,
Jacob
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